terça-feira, 5 de maio de 2009

Beliscando no Mercado São Pedro, em Niterói

No dia 19 de abril de 2009, ao final do passeio de barca pela baía de Guanabara, como todo apreciador de um bom quitute e, alguns estímulos a mais como, ser domingo, a fome, a comemoração do passeio, o dia de sol, a retribuição do convite e a companhia de tão especiais pessoas, chamei Julio César e a norinha Mayrielly para irmos ao Mercado São Pedro.
No entanto, essa é uma oportunidade somente para aqueles que, após o passeio, retornam a Niterói, pois a barca, primeiro, vai ao Rio, para deixar os passageiros que embarcaram lá. Mas se não forem nesse dia, voltem, especialmente para ir ao mercado. O que vale é não perder essa oportunidade.



Para quem vem do Rio pela ponte, pegue a última cabine à direita e, depois de passar o pedágio, siga sempre à direita. Vai entrar numa avenida larga, Feliciano Sodré. Siga em frente, e após três semáforos encontrará um posto da Petrobrás-BR. Vire à direita. Você chegou ao Mercado São Pedro. Há estacionamentos de rua e um, à esquerda, da cooperativa dos pescadores. É baratinho: R$ 2,00 (dois reais) pelo tempo que ficar. No domingo o estacionamento da cooperativa fecha às 15 h.
Se vier de barca, ao sair do terminal siga caminhando para a esquerda, avenida Visconde do Rio Branco, até o final, por aproximadamente uns 150 metros. Não há como errar!
Os restaurantes ficam na parte superior. Mas antes dê um passeio pelos boxes (eu chamo isso de "volta de apresentação"), para admirar a beleza, tanto plástica quanto gastronômica, do que é oferecido e para ativar as papilas gustativas.



Na parte superior há uma infinidade de mesas em frente aos pequenos restaurantes (melhor seria dizer, respeitosamente, de charmosos botecos). No fundo, há um restaurante com ar condicionado, mas que tira um pouco a tipicidade do lugar, aquele delicioso sabor de "muvuca", além de ser bem mais caro. Eu conheço os dois, e prefiro a "praça de alimentação do povão".
Se quiser, pode comprar os frutos do mar e o restaurante prepara. No cardápio consta uma tabela de preparação que varia entre R$ 7,00 e R$ 15,00, por quilo. Dependendo do número de pessoas, vale a pena essa opção, apesar dos pratos serem servidos com fartura e os preços muito convidativos.
Escolhemos um, logo de cara, o Bar do Temporal, onde pedimos uma mesa a uma simpática garçonete que logo se identificou com a gente. Esse boteco é o primeiro, logo que se sobe a escada ao lado dos últimos boxes, no final do mercado. Na próxima incursão vamos peregrinar por outros.
Bem, voltando ao nosso ágape (adoro resgatar palavras exiladas..rs). A primeira providência, devido à sede, foi pedir uma Bohemia, com a temperatura de serviço ótima, muito melhor do que já experimentei em muitos restaurantes de grife. Claro que servida pela garçonete Cida, com aquele perfil de quem parece que foi criada com você. Durante a nossa estada, por diversas vezes a chamamos e ela pediu um tempinho, pois estava tomando um "copinho" com uma amiga cliente que chegou. Rimos muito. Nesse lugares tudo é perdoável. Faz parte do clima de descontração.
Observem só, o estiloso modo de boteco para servir os guardanapos (?) de um papel "especial", no copo americano (típico dos melhores botecos), no qual também sorvemos a gloriosa, estupidamente gelada, Bohemia.




E, olha ela aí, a nossa Cida, servindo a entrada, uns deliciosos pastéis de camarão!
Sequinhos, por fora e molhadinhos por dentro. Sabe? Aquele recheio que tem camarão mesmo, um creminho delicioso, um tempero inigualável e numa temperatura que parece que foi frito ali. Tome cuidado para não queimar a língua e arredores! Além da pimentinha vulcânica, que não pode deixar de ser saboreada. rs...


Não resistimos ao pantagruelismo e pedimos algumas repetições da entrada. Até porque, a norinha Mayry, que não é chegada a camarão, comia as bordas da massinha frita dos nossos pastéis. rs... Já com a gulodice amainada, encomendamos então, como primeiro prato, (evitando qualquer acompanhamento de arroz e parentes; uma questão de reserva de espaço) e, por sugestão de Mayry, deliciosas sardinhas fritas. Uma dica: quando for lá um dia comprar peixes, vá bem cedo e em jejum; faça suas compras, armazene numa caixinha de isopor, suba e tome seu "desjejum do mercado". Já tomei muito café da manhã ali, comendo esse tipo especial de "pão" (sardinhas fritas), com o "café" (cerveja) ..rs... Uma experiência inolvidável. As "frutinhas" do mar estavam um pitéu. Crocantes, sem temperos exagerados, com sabor de sardinha mesmo, acompanhadas de gomos de limão e cobertas com deliciosa chuva de alho frito, no ponto certo. E, servidos no prato personalizado da casa. Mas o charme do lugar é comê-las com as mãos.


Depois de idas e vindas, navegando com as sardinhas, havia ainda algum espaço para o prato principal. Decidimos consultar o cardápio. Quanta tentação, ou melhor, quanta perdição! Confabulamos e reconhecemos que um prato, digamos, mais encorpado seria desperdício. Adiamos para a próxima vinda. Mas não poderíamos fechar o rega-bofe (mais uma..rs) sem um "gran finale" . Pedimos então, meia porção (vejam o tamanho) de camarão ao alho e óleo. Mas, não sei se pela saciedade já atendida, ou a vingança dos sabores anteriores que poderiam ter bloqueado algumas papilas, não achamos que fosse algo assim tão especial. Vale dizer que não estavam tão crocantes quanto o esperado. Haviam algumas cabeças a mais que corpos ...rs.., e a textura era mais de camarão cozido que frito. Mesmo assim deglutimos os deliciosos acepipes (mais uma.. rs..) e pedimos a conta.


Mais uma bela surpresa.
O convescote, regado a 7 (sete) geladérrimas Bohemias, e esses três pratos, além do serviço, da graciosidade do local, da simpatia da atendente, e de todo o especial ambiente, saiu por meros (mero é peixe, né? tem tudo a ver..rs) R$ 68,00 (sessenta e oito reais). Reclamar do último prato? Nada disso, só elogiar, dar uma bela gorjeta pra Cida e planejar a próxima vez! Mais uma vez, confirmar as alquimias de sabor que existem por aí!
Bem, se precisarem de um guia, me convidem, terei todo o prazer em ciceroneá-los.

Jopin Pereira

14 comentários:

*-._.-* Anita *-._.-* disse...

hahahahhahhaha...adorei! Principalmente a parte da "apresentação dos guardanapos"... :P

Pena o último prato não ser tão a contento quanto deveria... talvez na próxima...

Mas ao que parece, aproveitou tudo e muito bem! São lugares assim que nos sentimos a vontade...

Quando for até aí, já sei de um bom guia, pelo menos para me levar ao boteco da Cida... hehehehe :)

besotes!

A vida é uma arte disse...

Eita Saudade do Rio de Janeiro, quando tinha 9 anos eu fiz o passeio de barca pela baía de Guanabara,mais de uma ultima vez foi tanta coisa para se fazer que não deu para relembrar velhos passeios, como a Ilha de Paquetá,que não sei hoje em dia como está.
Estou fazendo um curso em Recife com um amigo que é de Niterói, vou falar do seu post Jopin.
Eu adoro um mercado a gente encontra de tudo. Aqui é o Mercado de São José.
Cida tem um jeito todo especial, parece ser uma pessoa bastante agradavel.
A arrumação dos guardanapos que técnica em? :)
Eu adoro frutos do mar, uma hora dessas esse texto, já estou pensando no almoço que sempre é um grelhado e saladas diversas.
ótimo post e dica, na próxima ida ao Rio.......
Um ótimo dia para você.
Abração Nicinha

Katia Bonfadini disse...

Ai, que delícia de post do início ao fim! Eu adoro frutos do mar e, especialmente, camarões! Esse pastel parece ser tudo de bom, adorei o close do recheio! Esse é um programa que adoraria fazer, pen que meu marido não come nada que venha do mar!!! O lugar parece muito simpático e aconchegante e eu ADORO aquele copinho com os guardanapos de papel em espiral, tipicamente nacional. Há quanto tempo não tomo uma cerveja bem gelada num copinho daqueles, tô com saudades! Ótima dica pra qualquer fim de semana! Beijos!

Roberta Bernardo disse...

Já planejava dar uma voltinha lá e acabei não indo. Estive em Nikity, qdo fui fotografar o MAC e o Forte, mas na volta não passamos por lá. Com esse post a vontade aumento. É hora do almoço e salivo aqui com os pasteis, a sardinha e com os camarões.
Adorei seu post!
E se me permite uma dica nos mesmos moldes... Siri do Galeão. Proximo ao extinto drive in, foi a primeira filial dessa rede de restaurantes e ao meu ver nenhum barra a qualidade e a quantidade servida lá. Adooooro!! Basta pedir uma porção de camarão miúdo, que de miúdo não tem nada pra se deliciar. Entre outros. Fica a dica.
Bjks, Beta

Karla Lemos disse...

Puxa, moro em Niterói desde que nasci e sabe nunca fiz esse programinha... Parece delicioso e eu amo frutos do mar...
Vou marcar uma visitinha e adoraria a sua companhia. bjs e parabéns pelo post... Adorei as palavras, prometo que vou procurar no dicionário.

Jopin Pereira disse...

07mai09_Olá, Anita, acho que o charme desses lugares está nessas pequenas diferenças, claro que, em conjunto com as alquimias de sabores que encontramos por lá. Um copo americano de “cristal Nadir Figueiredo ou mesmo da Nestlé”, guardanapo cortado de papel de embrulhar pão (conhece?..rs), coisas que se transformam em “gadgets” (termo de gíria tecnológica que adoto aqui) e personalizam o lugar.
O último prato não estava mal; acho que era mais o efeito colateral da nossa gula já saciada e, fosse o que fosse, talvez lhe imputássemos algum deslize culinário.rs...
Já estou de plantão para quando vier por essa bandas..
Bijusss do Jopin


07mai09_ Olá, Nicinha.Eu sou um carioca que ama e vive desse “lado da poça” (Niterói), como os cariocas do “outro lado da mesma poça..rs (Rio) costumam chamar para fazer onda com a gente. Atualmente, há um passeio de barcas, aos domingos, que faz um roteiro muito bacana na baía de Guanabara. Vale a pena ir e repetir. No site - http://www.barcas-sa.com.br - você pode ver detalhes, no ícone Passeio Turístico.
Agradeço a divulgação do blog ao conterrâneo de Nikiti.
Que saudade de sua terra! Quando trabalhava, estive por diversas vezes em Recife e arredores, e conheço bem o mercado São José e outros atrativos da região. Muito bom!!Há outros mercados aqui no Rio que têm diversas atrações gastronômicas e as tradicionais. Aos poucos vou mostrando. Eu também adoro mercados.
No comentário que fiz para a Anita, falei sobre o guardanapo e essas coisas de botecos. Ele virou uma atração no meu post..rs..
Obrigado pelo comentário..Bijusss do Jopin


07mai09_ Olá, Kátia! Que legal a sua percepção de sabor do que experimentamos lá, captado através das palavras e fotos do post. Mas vá “in loco”. Engraçado, eu achei que o close do recheio não ficaria legal. Na hora, me pareceu algo meio destruído..rs..mas no post deu um destaque saboroso. Eu reconheço.
Não desista da visita, não; vá com seu marido. Quando for por lá, dê uma voltinha, olhe o cardápio - há opções para quem não é chegado aos frutos que são “plantados” na água salgada..rs - se assente e deguste!rs..
Uauuu! Não pensei que os guardanapos fossem fazer tanto sucesso. Já é a terceira manifestação de simpatia aos improvisados itens da etiqueta de boteco..rs.
Aquela cerveja de lá é o “must”, ainda mais naquele “cristal”! Obrigado! Bijusss do Jopin


07mai09_ Oi, Beta. Adorei o Nikity com “y”. Deu um toque internacional à nossa Nikiti! rs... É, não se perde essas chances, mas é pertinho do Rio.
Poxa, acho que vou lá na administração do mercado e ns restaurantes, para cobrar uma participação pela divulgação que estou fazendo aqui. Parece que está tendo um bom retorno.. rs..
Obrigado pela referencia elogiosa ao post!
A dica do Siri do Galeão é muito boa. Eu ainda não conheço. Ele me aguarde!Adoro esses cantinhos de degustação “desengravatada” que revelam novidades e nada ficam a dever à quantidade e à qualidade. Ando pesquisando nesses mercados por aqui e no Rio, e há muita coisa boa a ser descoberta e revelada, embora os frequentadores habituais temam que isso vá comprometer a tranqüilidade, preço e privilégio deles..rs..Dá pra dividir.
Bijuss do Jopin


07mai09_Oi, Karla, que bom ver você por aqui, uma legítima nikitiense (ou nikitiana)!rs.. Eu sou apenas por adoção e com muito orgulho, naturalizado!
Tá vendo? Não é só você que desconhece as chamadas “coisas da terra”. Tem gente que mora no Rio e nunca foi ao Cristo, nem ao Pão de Açúcar: eu conheço alguns! Fala baixo: eu nunca fui ao Jardim Botânico! Vou me redimir, em breve, prometo!.. rs..
Conheço o mercado S. Pedro há muitos anos. Morava em Brasília, e sempre que vinha aqui, era um lugar de “bater ponto”. Às vezes vou lá só pra passar o tempo. É mágico!
Agende uma visitinha para lá, curta o mercado inteiro, desde a entrada - vendedores de panelas e de acompanhamentos para a peixada-, os boxes de peixes e frutos do mar e, o ”it” do lugar, a parte gastronômica na “praça de alimentação”, lá em cima.
Quando quiser ir lá, é só me avisar. Será um prazer compartilharmos a alquimia de sabores que existe por lá.
Quanto às palavras, fui eu quem adorou a sua observação. Sou fã, fanático, curioso e tudo mais no que se refere a elas. Procuro resgatar muitas que ouvi ao longo da minha vida e que apresentam sons e significados magníficos. Muitos as chamam de obsoletas, arcaicas, etc. Mas, palavras têm isso? Isso é coisa das pessoas. Gosto muito de neologismos, embora com muito cuidado e respeito para não vulgarizar e criar aberrações. Bem, deixemos o restante para um papo. rs.. Bijusss do Jopin

A vida é uma arte disse...
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A vida é uma arte disse...

Engraçado essa troca cultural, moramos no mesmo país,mais temos sotaques,certas expressões.Ex:poça, Nikiti...Nunca escutei isso :)
Bom saber.Terminei me interessando e fui embusca de um dicionário pernambucano para passar para você.
http://www.aisa.com.br/diciope.html
Depois me envia o dos cariocas:)
Bj Nicinha

Naturaleza disse...
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A vida é uma arte disse...

Que legal, tava vendo sua discrição fazendo letras...Nunca é tarde. Meu blog e da minha sócia é profissional,aos poucos vamos postar, se quiser seguir nosso blog:http://anaturaleza.blogspot.com/
Na area de pedagogia tenho coisas legais para quem faz letras, se quiser deixar o e-mail, posso passar alguns materiais.
Boa Sorte!!!
Letras que você faz, português ou linguas estrageiras?
Abraço Nicinha

Verônica Cobas disse...

Oi, Jopin,

Te conheço apenas como o pai do João. Na verdade, nem te conheço. Só sei quem você é. Mas tenho lido seus contos e hoje, seu relato do roteiro de prazeres pelo Mercado São Pedro. Porque essa coisa do boteco, da comidinha, da boa companhia e do papo gostoso serão sempre prazeres para mim. Adorei a citação aos guardanapos feitos com aquele papel de embrulhar pão. Nada mais carioca e brejeiro. O copo americano, a cerveja de garrafa ( embora carregue comigo essa falha histórica...sou carioca e não gosto de cerveja), o pastel de camarão, o mundo de cheiros e coloridos que constrói a boa razão de se curtir um mercado municipal. Claro que vou conhecer com esse mesmo olhar que você nos ofereceu. E sim....adoro sardinha frita.

bjs. Veronica

Jopin Pereira disse...

08mai09_ Nicinha, essa riqueza cultural brasileira é algo que às vezes não conseguimos captar integralmente, tal a imensidão do nosso país. Um privilégio! Legal (termo muito usado por aqui) a sua observação sobre a poça e Nikiti. Mande umas daí também..rs
Brigaduuu pelo dicionário. A troca que você menciona se mostra também pelo lado da integração, quando encontro nele, termos daí que são bastante usados pelos daqui.
Dos dicionários, sou frequentador assíduo. E, principalmente, o do Houaiiss, que acesso pelo UOL, quando estou escrevendo.
Aqui vão dois exemplos de dicionários de carioquês. No entanto, a velocidade de criação de novos termos é tão grande que dificulta a atualização.
Dicionário Carioca: mais completo:
http://www.aoli.com.br/dicionarios.aspx?id=RJ
Dicionário de Carioquê, mais curto, porém interessante: http://www.hiro.com.br/download/textos/dic_carioca.txt
Bijusss do Jopin

08maio09 _ É, Nicinha, eu realizei um sonho! Aliás, o começo dele. Passei para a UERJ, uma universidade muito disputada. Aos 62 anos, enveredo em mais um desafio. Viver é isso, ser seguidor dos seus desafios. Vou iniciar no 2º semestre. O curso é de Português/Literatura Brasileira. Claro que eu gostaria de receber essas coisas suas. O meu e-mail é jopin@uol.com.br
Serei seguidor do seu blog; gosto muito do tema. Já fui lá dar uma “espiadinha” (vide Bial)..rs.. E, muito obrigado pelos votos de boa sorte! Bijusss do Jopin

08maio09_ Olá, Verônica, ser pai do João é uma das melhores coisas da minha vida. Espero que um dia ele seja reconhecido como meu filho...rs É, possivelmente nos vimos no aniversário do João. Reconheci você por já ter visto sua foto no blog. Embora não a conheça, também sei quem é você. João me apresentou, há algum tempo, e de uma foram que invejei..rs
Obrigado pela leitura dos meus textos e o comentário sobre post do mercado São Pedro. Deliciosos, como as iguarias que servem lá. Os detalhes que você destaca, - alguns consideram inusitados - desses lugares, é que compõem aquele “gastronomic-appeal”. Conheço o seu blog. Gosto muito do seu estilo de escrever: reflexivo, profundo, denso e, ao mês tempo, coloquial. Vou ser um seguidor. Bijusss do Jopin

Paula disse...

Oi

Tudo bem?

O valor da conta foi por pessoa ou geral??

Estou me programando para ir neste domingo!!!

Blog do Jopin disse...

Olá, Paula, comigo está tudo bem, e com você?
Que surpresa agradável receber um comentário sobre um post escrito há algum tempo. Gostei!
Recentemente voltei ao Mercado São Pedro. Os preços continuam os mesmos, pelo menos nesse boteco em que vou: o Temporal. Não é comercial, mas é o que mais tem a cara do que procuramos num lugar assim. Os valores que cito foram para três pessoas, incluindo a bebida. Se for com mais pessoas, recomendo que compre os camarões lá embaixo, e peça para fritarem no boteco. Sai mais em conta, muito mais. Vale a pena!
Há outras opções: dê uma “volta de apresentação” (..rs..) e depois decida.
Sugestão: da última vez que fui, experimentei comer as sardinhas com a cerveja preta Black Princess. Que combinação, melhor dizer, harmonização perfeita.
Sucesso no seu tour, e boa degustação.
Abração do Jopin

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