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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Restaurante “Os Telhadinhos” ou a “Tasca das Fodinhas”

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Já lá fostes? Não?
Não te esqueças de ler a ementa!

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Fundada há mais de 10 anos, a "Tasca das Fodinhas" está situada na Rua do Rosário, centro da vila de Ponte de Lima, em Portugal. Também conhecida por "Os Telhadinhos", todo o espaço é iluminado por uma luz ténue. Dispôe de quatro mesas com banquetas e um balcão repleto de deliciosos e irresistíveis petiscos.

Anteriormente este espaço funcionava como uma livraria que entretanto encerrou. No entanto, antes da livraria já cá existia uma taberna, pelo que a aposta na Tasquinha é entendida como um regresso ao passado ou ás origens.

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O nome teve origem em Ponte da Barca, num outro restaurante que já foi propriedade da responsável D. Márcia. "... uma funcionária confeccionou pataniscas de bacalhau mas esqueceu-se do ingrediente principal, o bacalhau. Sem nada saber, foi, então chamada à atenção por alguns clientes e, enquanto tentava apaziguar os ânimos, alguém exclamou: "Mas que grande foda!". Nascia assim um dos nomes mais emblemáticos da casa que haveria de levar muitos a conhecer a Tasquinha da D. Márcia Abreu.

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Video 2

 

Vídeo 3

http://www.tascadasfodinhas.com/

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Comida Espanhola: Festival “Tapas Week” chega a São Paulo

No período de 04 até 12 de novembro, o Escritório de Turismo da Embaixada da Espanha promove a primeira edição, no Brasil, da Tapas Week, em cinco restaurantes espanhóis de São Paulo. Como o nome já diz, a estrela do festival serão as tapas, - tira-gostos quentes e frios típicos da Espanha - receitas típicas do país europeu servidas em pequenas porções. A ideia é divulgar as diversas facetas da gastronomia do país, da tradicional à moderna cozinha espanhola, assim como as particularidades das diferentes regiões.

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Destacamos quatro receitas de tapas para você preparar na sua casa: clique AQUI e descubra onde prová-las.

Os restaurantes Arola-Vintetres, Brasero Amatxu, Clos de Tapas, Eñe e Porto Rubaiyat vão oferecer menus fechados compostos de duas tapas frias, três quentes e duas sobremesas. Os preços poderão variar de R$ 75,00 a R$ 86,00 por pessoa.

No Porto Rubayat, o menu (R$ 85/pessoa) começa com Gazpacho de Frutas e Verduras com Azeite Verde, enquanto o Brasero Amatxu (R$ 75/pessoa) oferece Pan Tomaca com Anchova, Alcachofra e Lâminas de Jamón Ibérico entre as tapas frias. Já no Eñe, casa dos irmãos Sergio e Javier Torres, com cardápio também a R$ 85 por pessoa, uma das tapas quentes é o Falso Churrasco de Buey, carne bovina cozida a baixas temperaturas e temperada com azeite de carvão. O Arola Vintetres (R$ 86/pessoa) tem como sobremesa Mini Churros originais “en 3 salsas”. Para maiores detalhes sobre os cardápios oferecidos e preço, consultem o site.

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Polvo na brasa com batatas confitadas e “pimentón de la Vera” e azeite de carvão

O tartar de ostras é uma das versões frias do Eñe para o Tapas Week. Crédito: Divulgação

O tartar de ostras é uma das versões frias do Eñe para o Tapas Week

Durante a Tapas Week, os clientes também poderão votar na melhor tapa. Ao final do evento, além do anúncio dos pratos vencedores, quem votou também concorre a um jantar para duas pessoas, em cada um dos restaurantes. 

Quem sabe, um dia, esse evento chega ao Rio?
Aproveite!

Fontes:
http://vejasp.abril.com.br/noticias/festival-de-tapas-espanholas
http://gnt.globo.com/receitas/Comida-espanhola--receitas-do-Tapas-Week-de-Sao-Paulo.shtml
http://receitas.uol.com.br/album/tapas_week_album.jhtm?abrefoto=1#fotoNav=13

domingo, 24 de julho de 2011

Botín, o restaurante mais antigo do mundo

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O restaurante Botín, com mais de 300 (trezentos!!!) anos de história, está situado em Madrid de los Astúrias, a um passo da Plaza Mayor. Foi construído sobre uma antiga bodega de tetos abobadados do século XVI.

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Hoje, chamado de Restaurante Sobrino de Botin (anteriormente Casa Botin), figura no Guiness Book como o restaurante em atividade mais antigo do mundo. Foi fundado como estalagem no ano de 1725. Dsde então tem se mantido aberto no antigo prédio de quatro andares.

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No ano de 1725, um chef francês chamado Jean Botín e sua esposa, de origem asturiana, fundaram o seu pequeno negócio, uma pousada, no número 17 da Calle de los Cuchilleros, junto à popular Plaza Mayor de Madri. Fizeram uma reforma no andar térreo do prédio fechando as varandas existentes. A data dessa obra está registrada em uma pedra da porta de entrada, até hoje ali.

Restaurante  Botín_Madrid_PPS_Cozinha 03

Dessa data é também o seu famoso forno de lenha, que ainda hoje em dia segue atraindo os comensais pelo aroma de seus tentadores assados.

Restaurante  Botín_Madrid_PPS_Cozinha 08

Na época, o Botín era considerado uma “casa de pasto”, pois o termo "restaurante" era aplicado apenas a alguns estabelecimentos, muito raros e exclusivos, que pretendiam imitar os parisienses (restaurant).

Restaurante  Botín_Madrid_PPS_Vitrine 01

Restaurante  Botín_Madrid_PPS_Panoramica 01 

Curiosamente, até meados do século XVIII, não era permitida a venda de carne, vinho ou outras iguarias nas hospedarias, dado que era vista como concorrência prejudicial aos comerciantes desses produtos. Assim, podia servir-se apenas o que o hóspede trazia para ser cozinhado.

Tendo morrido seus fundadores, um sobrinho da esposa, chamado Cándido Remis, encarrega-se do estabelecimento que, desde então, passa a se chamar 'Sobrino de Botín'.

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Atualmente, o restaurante ocupa quatro andares, mantendo-se o mais possível fiel à atmosfera de hospedaria, que é um dos seus principais encantos. Situado em plena Madrid dos Astúrias, o Botín desfruta de um enquadramento privilegiado. Por essa razão, desenvolveu-se um enorme esforço para que a casa não mude o seu aspeto original. Têm-se acontecido várias reformas e ampliações, de modo a atender a crescente afluência de clientes, mas sempre sem modificar o aspeto característico do edifício.

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É evidente que o aspecto não é tudo: um bom serviço ao público, assim como uma cozinha cuidada e produtos da melhor qualidade fazem o resto. A especialidade do Botín é a cozinha castelhana e, mais concretamente, os assados de cordeiro e leitão (cochinillo asado). Três e quatro vezes por semana chegam ao restaurante carregamentos de leitões procedentes de Segóvia e cordeiros originários do triângulo mágico desta carne: Sepúlveda-Aranda-Riaza. Pouco a pouco, lentamente, cordeiros e leitões vão ganhando uma cor dourada ao calor do velho forno alimentado a lenha de azinho.

Restaurante  Botín_Madrid_PPS_Clientes03

Cochinillo asado

Mas nem por isso os outros pratos são de desdenhar: também é possível saborear uma boa pescada de anzol, linguado fresco, amêijoas (moluscos bem pequenos, formados por duas conchas ovais) acompanhadas de um molho especialíssimo e muitas outras delícias.

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Restaurante  Botín_Madrid_PPS_Pratos 04

Atualmente, o negócio é dirigido pela terceira geração da família González: Antonio, José e Carlos. Todos se esforçam por ombrear com a responsabilidade de que o Botín continue a mimar não só o estômago, mas também o coração de todos os seus clientes durante ainda, pelo menos, outros trezentos anos.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Escondidinho de carne seca do Dad Zé

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Rendimento: 6 a 7 pessoas

Ingredientes:

  • 1,5 kg de mandioca (aipim)c ozida
  • 250ml de leite
  • 50g de manteiga
  • 350g de requeijão (1 pote e meio)
  • 500g de carne-seca cozida e desfiada
  • 2 unidades de cebola roxa cortada em rodelas finas
  • 50g de manteiga de garrafa
  • 200 g de queijo de coalho ralado
  • 100  de mussarela em pedaço
  • pimenta dedo-de-moça a gosto
  • 6 a 7 pimentas biquinho (1 por cumbuca)
  • sal e pimenta branca a gosto

Observação:
Aproveite a mesma receita e coloque o recheio de bacalhau, camarão, legumes (vegetariano) etc

Preparo do purê de mandioca:
Compre a mandioca (aipim) de preferência em feiras, pois é mais confiável para adquirir um produto de boa qualidade.

Se não for usar no mesmo dia, descasque a mandioca, retire os talos e deixe de molho em água na geladeira até o dia seguinte, para não escurecer.

Cozinhe a mandioca ao ponto de amassar, na água em que aferventou a carne seca, depois de dessalgada, pois dá um sabor especial,  e retire os talos que ainda restarem.

Amasse a mandioca com um espremedor de batatas. Coloque no fogo e  junte o leite aos poucos até obter um purê firme. Finalize com a manteiga, pimenta branca e o sal.

Faça o purê de mandioca bem cremoso, porém mais firme que o normal, para manter firme  a montagem quando colocado na cumbuca. Reserve.

Preparo do recheio de carne seca:

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Limpe a carne seca (de preferência ponta de agulha, mais saborosa) retirando a gordura e pelancas.

Corte em pedaços médios, mais um menos do comprimento de um tablete de margarina (facilita o cozimento e o desfiamento).

Deixe de molho por 8 horas, trocando a água umas 4 vezes, mantendo um pouco do sal que vem nela (Ficando muito tempo de molho e retirando todo o sal, ela fica sem sabor e insossa demais). 

Cozinhe numa panela de pressão por 20 minutos, após começar a chiar.
Escorra e guarde a água do cozimento pra cozinhar  a mandioca.

Deixe esfriar bem e desfie primeiro com as mãos, esfregando, e depois, desfie com um garfo, como se estivesse esmagando. Reserve.

Numa frigideira aqueça (fogo médio) a manteiga de garrafa e coloque o alho picado. Salteie o alho levemente, sem deixar queimar. Adicione a carne seca desfiada, mexendo com um pegador  e  mais manteiga, se necessário.

Coloque a cebola roxa fatiada fina. (Não refogue para mantê-la com a consistência, a textura (crocância) e a cor quando colocar o recheio na cumbuca).

Colocar o salsão fatiado bem fininho e  a pimenta dedo-de-moça cortada fininha, em rodelas, (sem a semente, para não arder, só dar sabor). Mexa um pouco, sempre bem de leve, para não empapar.

Desligue o fogo e acrescente a o cheiro verde picado e mexa levemente para integrar.

Montagem e finalização numa assadeira:
Espalhe uma camada fina de purê no fundo de uma assadeira;
Distribua o recheio de carne seca de modo uniforme;
Cubra com o requeijão cremoso e coloque por cima o restante do purê;
Finalize com o queijo de coalho e a mussarela ralados grosso.
Enfeite com pimentas biquinho ou azeitonas pretas sem caroço (se possível)
Asse a 200º até dourar;

Montagem e finalização em cumbucas:
Coloque (forre) o purê com uma colher nas cumbucas, até a borda, (como fazendo uma cestinha para acomodar o recheio e não ressecar na hora de gratinar).

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Coloque o recheio de carne seca nas cumbucas, numa quantidade não exagerada, mantendo um equilíbrio, até a menos de um a dois dedos da borda.

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Usando duas colheres, coloque uma colher de sopa de requeijão cremoso sobre o recheio, em cada cumbuca.

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Com uma colher de sopa virada (posição côncava) cubra a cumbuca com o purê de mandioca, fazendo um tampo plano, compacto.

Alise e retire os excessos das bordas externas.

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Cubra cada cumbuca com, mais ou menos, uma e meia colher de sopa de queijo de coalho ralado grosso (sabor mais suave e delicado que o parmesão) misturado com a mussarela ralada grossa.

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Para finalizar, coloque uma pimenta biquinho (não arde) ou uma azeitona, no topo, para decorar.

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Coloque no forno previamente aquecido a 180-200 graus, por 15 a 20 minutos, até dourar e crescer. Sirva imediatamente.

Acompanhamento ideal.
Sirva com uma salada simples de folhas (rúcula e agrião), tomate e cheiro-verde e uma pimentinha.

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Essa receita é uma criação do nosso Jopin Pereira, colaborador e um dos administradores do blog Sabor & Alquimia.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

A HORA CORRETA PARA TOMAR ÁGUA

Para os amigos chegados!!!

Você vai ao bar e bebe uma cerveja.
Bebe a segunda cerveja.
A terceira, e assim por diante.

O teu estomago manda uma mensagem pro teu cérebro dizendo:
"Caracas véio... o cara tá bebendo muito liquido, tô cheião!!!"

Teu estômago e teu cérebro não distinguem que tipo de líquido está sendo ingerido, ele sabe apenas que "é líquido".
Quando o cérebro recebe essa mensagem ele diz:
"Caracas, o cara tá maluco!!!"

E manda a seguinte mensagem para os Rins:
"Meu, filtra o máximo de sangue que tu puderes, o cara aí tá maluco e tá bebendo muito líquido, vamo botar isso tudo pra fora",  e o RIM começa a fazer até hora-extra, filtra muito sangue e enche rápido.

Daí vem a primeira corrida ao banheiro. Se você notar, esse 1º xixi é com a cor normal, meio amarelado, porque além de água, vêm as impurezas do sangue.
O RIM aliviou a vida do estômago, mas você continua bebendo e o estomago manda outra mensagem pro CÉREBRO "Cara, ele não pára, socorro!!!" e o CÉREBRO manda outra mensagem pro RIM "Véio, estica a baladeira, manda ver aí na filtragem!!!"

O RIM filtra feito um louco, só que agora, o que ele expulsa não é o álcool, ele manda pra bexiga apenas ÁGUA (o líquido precioso do corpo). Por isso que as mijadas seguintes são transparentes, porque é água. E quanto mais você continua bebendo, mas o organismo joga água pra fora e o teor de álcool no organismo aumenta e você fica mais "bunitim".


Chega uma hora q você tá com o teor alcoólico tão alto q teu CÉREBRO desliga você. Essa é a hora q você desmaia... dorme... capota...

Ele faz isso porque pensa "Meu, o cara tá a fim de se matar, tá bebendo veneno pro corpo, vou apagar esse doido pra ver se assim ele pára de beber e a gente tenta expulsar esse álcool do corpo dele"

Enquanto você está lá, apagado (sem dono), o CÉREBRO dá a seguinte ordem pro sangue "Bicho, apaguei o cara, agora a gente tem q tirar esse veneno do corpo dele. O plano é o seguinte, como a gente está com o nível de água muito baixo, passa em todos os órgãos e tira a água deles e assim a gente consegue jogar esse veneno fora".

O SANGUE é como se fosse o Boy do corpo. E como um bom Boy, ele obedece as ordens direitinho e por isso começa a retirar água de todos os órgãos. Como o CÉREBRO é constituído de 75% de água, ele é o q mais sofre com essa "ordem" e daí vêm as terríveis dores de cabeça da ressaca.

Então, sei q na hora a gente nem pensa nisso, mas quando forem beber, bebam de meia em meia hora um copo d'água, porque na medida q você mija, já repõe a água.

Texto retirado de "O bar do Zé". http://www.obardoze.com.br/

Saiba que:

  • água na hora correta maximiza os cuidados no corpo humano?
  • 2 copos de água depois de acordar ajuda a ativar os órgãos internos.
  • 1 copo de água 30 minutos antes de comer ajuda na digestão.
  • 1 copo de água antes de tomar banho ajuda a baixar a pressão sanguínea.
  • 1 copo de água antes de ir dormir evita ataques do coração.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

CADEG: pés sujos se sofisticam no pólo gastronômico, sem salto alto

Segundo reportagem de Francisco Edson Alves no jornal O Dia, domingo, 06/2/2011, um renovado pólo gastronômico surge no espaço da Cadeg, onde já havia uma semeadura, mas que agora brota, toma ares profissionais, e assim merece ser chamado.
Tradicionalmente, tinha por atrativo básico o restaurante Cantinho das Concertinas, com acepipes da culinária portuguesa, regadas a bons vinhos, azeites, bacalhau, doces e atrações musicais lusas.

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A reportagem destaca o “banho de loja” que o lugar está recebendo, juntamente com investimentos na diversidade e na qualidade.
Segundo freqüentadores ouvidos, há também um dos maiores atrativos, associados á qualidade, são os preços, muito mais módicos que os de seus similares em bairros mais sofisticados.
Destacam-se entre as novas opções de cardápio o restaurante Barsa, trazendo toque de sofisticação para o popular mercado Cadeg Com uma cozinha colonial, trabalha com receitas regionais e de família. A pedida são as entradas de produção artesanal, como o pão do chefe recheado com calabresa e provolone e as bruschettas de funghi secchi, tomate seco e salaminho. Entre os pratos principais, o Bacalhau Rei (postas fritas no azeite extra virgem com alho dourado, acompanhadas de batata, couve, cebola, ovos cozidos e arroz) e o coelho ao vinho tinto (preparado com bacon magro, cogumelos frescos e minicebola, e servido com arroz mix de cereais). Para terminar, doces caseiros de banana, mamão verde, abóbora e doce de leite.

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Também, como novo atrativo na área de carnes, está o restaurante Costelão  que tem como carros-chefe as iguarias feitas na brasa. Os destaques são a picanha importada, a linguiça de cordeiro e, adicionalmente, camarões VG. O cliente pede uma carne e pode escolher três acompanhamentos. Como entrada, recomenda-se a porção de cebola ao vinho.  O Costelão tem parceria com a Cervejaria Devassa.

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Na área de botecos que se sofisticaram, destaca-se o Corujão, para o qual, o blogueiro de O Globo, Juarez Becoza, recomenda o sanduíche de costela de porco.

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Ao seu lado, o vizinho Poleiro do Galeto, um pé sujo dos bons tempos, segundo o post de um visitante, no qual descreve a sua deliciosa aventura gastronômica. Dentre os itens mais solicitados, a farofa de ovo para abrir os trabalhos e depois o famoso bife com bastante alho e cebola com fritas. A cerveja é sempre bem gelada.  Para quem não come carne o bacalhau é de primeira e os bolinhos de bacalhau são saborosos..
Leia a reportagem completa da nova fase do pólo gastronômico da Cadeg.
Boas descobertas gastronômicas e dêem notícias!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Polos do Rio se unem para promover o evento gastronômico “Tô no Polo 2010”, no Cadeg

Polos do Rio

Em setembro de 2010, entre os dias 17 e 26, mais de 600 estabelecimentos de 16 regiões da cidade promovem o Tô no Polo, o maior evento de atividades comerciais, culturais e gastronômicas já realizado no Rio, um festival de atividades gratuitas, produtos e serviços.

Promovido por polos gastronômicos, comerciais e turístico-culturais, o evento terá shows de música, dança e teatro, sessões de cinema, exposições e intervenções artísticas, roteiros culturais e históricos guiados, programas para o público infantil e festivais gastronômicos.

Num cantinho do Rio, mais conhecido pela compra de flores, destacamos aqui, a programação dos eventos que acontecerão no CADEG - Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara (Rua Capitão Félix, 110 - Benfica). A iniciativa também conta com o apoio do Sebrae/RJ, o SindRio (Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes), o Senac Rio e o Projeto Unir & Vencer.

Cadeg

Criada em 1962, o CADEG vem se destacando como referência no atacado para os empresários de gastronomia da cidade durante três décadas. Atualmente, dispõe de 604 lojas, 105 salas comerciais e 138 boxes de flores e plantas. As 523 empresas que funcionam no local geram oito mil empregos diretos e 20 mil indiretos.

O evento reunirá empresários, atacadistas, palestrantes e expositores, para a troca de informações e realização de negócios. O objetivo é transformar o Cadeg em local de compras na área de gastronomia.

Destacamos na programação as seguintes palestras:
Dia 21, às 14h30: Palestra com o tema Inovação (Sebrae/RJ)
Dia 21, às 16h30: Palestra com o tema Gastronomia ministrada pelo chef Marcelo Barcellos
Dia 22, às 14h30: Palestra com o tema Comunicação ministrada por Katia Watts
Dia 22, às 16h30: Palestra sobre drinques, ministrada pelo presidente da Associação Brasileira Barman, Iramar A. de Lima
Dia 23, às 14h30: Palestra sobre o tema Visual e Merchandising (Sebrae/RJ)
Dia 23, às 16h30: Palestra sobre ornamentação de queijos e vinhos
Dia 24, às 14h30: Palestra: "Iluminação decorativa e eficiência energética" (Phillips)
Dia 24, às 16h30: Palestra com Efrain

Diariamente, a partir de 18h,  Happy Hour com apresentação de música e dança

A jardineira “Tô no Pólo” facilita o transporte entre as casas e faz o percurso Metrô Triagem – Rua dos Lustres – CADEG – Metrô Triagem

Mais informações sobre o evento poderão ser obtidas através dos sites www.cadeg.com.br  e www.expocadeg.com.br. Também estão disponíveis os telefones 3890-0202 e 3526-5717.

Fontes das informações:

http://diariodorio.com/to-no-polo/
http://visaocarioca.com.br/?p=11878
http://www.programapolosdorio.org.br/portal_tonopolo.php

sexta-feira, 30 de julho de 2010

PALADAR – COZINHA DO BRASIL: sabores, técnicas e costumes culinários de todos os cantos do País

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De 30 de julho a 1º de agosto, o Paladar - Cozinha do Brasil  traz a São Paulo sabores, técnicas e costumes culinários de todos os cantos do País. Durante três dias, cozinheiros, produtores, gourmets e pesquisadores se reúnem no Grand Hyatt São Paulo para trocar experiências. Chefs de todas as regiões do País se reúnem em volta dos fogões, celebrando encontros imperdíveis entre especialistas e público. Serão quase 40 workshops, palestras e degustações.

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O evento terá uma agenda recheada de aulas, degustações, palestras e workshops que explorarão a cultura gastronômica do País por meio de seus ingredientes, suas técnicas, suas tradições e discussão permanente sobre as perspectivas de futuro para o setor. O público gourmet também pode passar da teoria à prática nos almoços e jantares organizados nos restaurantes do hotel, que completam a grade de atrações dos quatro dias.

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Os "novos baianos" Edinho Engel e Paulinho Martins farão uma incursão às caças brasileiras: vai ter paca, cateto e muito mais. O casal de chefs Jefferson e Janaina Rueda trabalha unido em torno do porco: ele faz a linguiça, e ela prepara. Mara Salles, Neide Rigo e Ana Soares se juntam para estudar a galinha em todos os pormenores.

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Quer saber como se produz um chocolate fino brasileiro? Assista à palestra de Diego Badaró e Frederick Schilling, proprietários da Amma. Flavio Federico vai fazer sobremesas com as frutas da Mata Atlântica. As cagaitas, jatobás e macaúbas do Cerrado vão virar sorbet nas mãos de Rita Medeiros.
Thiago Castanho já está enchendo as malas de ingredientes amazônicos. O chef do Remanso do Peixe, de Belém do Pará, está encarregado de representar a inesgotável riqueza do Norte brasileiro. Os doces, queijos, cafés e caçarolas mineiros também marcam presença no evento.
Prepare-se para conhecer os segredos da maria-gondó e se aproximar do jiquiri, do esturaque e da alfavaca. No último ano, as formigas da d. Brazi deram o que falar. Qual ingrediente deve fazer sucesso agora?

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Vinho, café e cerveja serão tema de degustações e palestras comandadas por especialistas e produtores. Em foco, a excelência do produto nacional, as grandes safras e harmonizações - que tal um cafezinho com queijo de minas?
Além dos encontros ao longo do dia, o evento promove jantares temáticos reunindo um importante time de chefs e especialistas. Alex Atala, do D.O.M., e Rodrigo Oliveira, do Mocotó, trabalham juntos. Thiago Castanho, do Remanso do Peixe (em Belém do Pará), e Shin Koike, do Aizomê, também se unem.

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No sábado, dia 31,  as atenções se voltam ao encontro que promete ser dos mais inventivos: Simon Lau/Chandler Burr. O primeiro, pesquisador dos sabores do Cerrado brasileiro e dono do Aquavit, em Brasília. O segundo, Chandler Burr, crítico de perfumes do The New York Times. Fazem um jantar em que a percepção dos aromas vai surpreender. Comida para cheirar e saborear.

Vai ser uma aventura gastronômica inesquecível!!!!
http://www.paladardobrasil.com.br/

Fontes:
http://promoview.com.br/
http://www.estadao.com.br/
http://www.paladardobrasil.com.br/

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Encerramento do Comida di Buteco 2010 - Rio de Janeiro

A terceira edição do Comida di Buteco, um dos maiores eventos de gastronomia do país, na sua etapa do Rio de Janeiro, foi realizada no período de  28 de maio a 27 de junho, quando os cariocas puderam provar os 31 tira-gostos inéditos, criados para o concurso.

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A competição entre petiscos e bares acontece ao longo do ano em 11 cidades brasileiras: Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Goiânia, Campinas, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Ipatinga, Montes Claros, Poços de Caldas e Uberlândia.

O projeto que tem a missão de resgatar e valorizar a culinária de raiz, dá visibilidade aos micro-empresários do setor, e demarca um roteiro urbano de gastronomia de extrema qualidade, num dos mais democráticos espaços da sociabilidade brasileira: o boteco.

Durante esse período, o público e um júri formado por profissionais da gastronomia, boêmios, "botequeiros" e formadores de opinião, foram estimulados a conhecer os 31 concorrentes, provar o tira-gosto e votar.

Na página oficial do Comida di Buteco consta a relação dos tira-gosto que concorreram ao prêmio, inclusive com fotos. Mas as receitas, não... clique aqui para ver os participantes.

Pratos Comida di buteco

Para quem não degustou os exclusivos petiscos da primeira fase do evento do Comida di Boteco  quando aportou aqui no Rio de Janeiro, ainda dá tempo para a Saideira.

A festa acontece no dia 17 de julho quando será conhecido o vencedor, bem como a oportunidade de degustar  os 30 quitutes concorrentes.  Para saber mais clique aqui.

Dentre três edições no Rio de Janeiro, essa é a primeira vez que a festa de premiação é aberta ao público, apresentando os cinco melhores colocados.

A votação foi feita por julgamento popular e por um júri de especialistas. Cada voto considerou 70% para o petisco concorrente, 10% para o atendimento, 10% para a bebida e 10% para a higiene do local.

FESTA SAIDEIRA DO COMIDA DI BUTECO

Dia: 17 de Julho de 2010
Horário de início: 16h
Horário de término: 24h
Local : Cidade do Samba. 
Endereço: Rua Rivadávia Correa, 60 - Gamboa - Zona Portuária (em frente ao Armazém 11, do Cais do Porto) – Fones: 2213.2503/2213.2546
Atrações musicais da Saideira: Roberta Sá, Moacyr Luz e Ronaldinho do Cavaquinho e DJs
Ingresso: R$50 (inteira) e R$25 (meia) , à venda nos botecos participantes, pelo site Ingresso Rápido http://www.ingressorapido.com.br  e pelo telefone 4003-1212.
Classificação: Livre
Menores de 18 anos: A entrada SOMENTE será permitida se acompanhados dos pais ou responsáveis legais e com apresentação dos respectivos documentos comprobatórios
Meia Entrada: Estudante e aposentado
Entrada gratuita para menores até 10 anos.

Informações obtidas nos sites:
http://www.comidadibuteco.com.br/
http://malaguetacomunicacao.com.br/

terça-feira, 22 de junho de 2010

Trutas do Rocio: um paraíso encravado na serra

Geralmente, a ida a um restaurante tem em vista o atrativo ditado pelos sabores, novidades gastronômicas, buscas ao inusitado e exótico, prazeres da gula, curiosidade e até mesmo, fome. No entanto, uma ida ao restaurante Trutas do Rocio  inclui tudo isso, e muito mais. É um evento completo.

Há algum tempo, devido às referências do filho e parceiro bloguista João Luis, já falávamos em ir lá.  Para ele e a norinha Paula, um retorno para renovação das memórias gustativas e olfativas...rs; para mim, uma estréia, para novas aquisições sensitivas.

Já no caminho, saindo de Itaipava, tomamos a rodovia BR-040, sentido Rio, desfrutando das delícias da serra. As montanhas vestidas pela,  redundantemente verde, vegetação, ainda tisnadas em branco pela recente neblina, e mesmo manchas acidentais de construções invadindo a sua pele natural, mas que não ferem a sua beleza.

Mapa

Após um trecho de rodovia, acessamos a estrada do Rocio, na direção dos radares da Aeronáutica (Cindacta), que culmina no Morro do Boné, e está a uma altitude de 1.552 metros, formando um paredão rochoso que pode ser observado da BR.040 (Rio-Juiz de Fora).

E é por aí que seguimos, numa vereda verde, toda pavimentada, apreciando cada detalhe dos atrativos que esses caminhos costumam apresentar, sítios, haras, árvores diferentes, bromélias, e tentadoras ladeiras para caminhantes. No caminho encontramos um corajoso grupo a pé, que chegou ao restaurante após a nossa chegada, devidamente motorizados.

Um rústico e natural portal nos esperava, já anunciando numa tabuleta em forma de truta, que havíamos chegado ao nosso paraíso. Não resistimos às fotos. Falam por si mesmas.

O sítio Trutas do Rocio está localizado distrito de Rocio, em Petrópolis, numa APA (Área de Proteção Ambiental) entre as reservas biológicas do Tinguá e de Araras.

Com cachoeira e nascentes de águas cristalinas, o lugar é agradável, ideal para passeio e também para estudantes, pesquisadores e amantes de esportes, como caminhadas e trilhas que podem ser feitas de bicicleta ou de moto.

 

Ao todo, são 100 hectares. A área verde é dividida com sete tanques para criação de trutas, alimento principal de todas as receitas que são servidas no restaurante local. A criação utiliza água das próprias nascentes.

À chegada, descemos uma caminho em meio a telhados germinando vegetação, um barracão de artesanato dos móveis do local, araucárias (lembrei do Paraná), riachos de  águas cristalinas que serpenteiam a entrada e cruzam uma linda ponte. Não há como se livrar do clichê; não há outra forma de descrever tal cenário.

No final da descida, protegida por rústicos, no entanto, seguros, corrimãos de madeira do local, descortinaram-se os tanques de criação das trutas. Um espetáculo.

Separados por idades, desde a categoria de alevinos até às trutas já em fases de abate, fervilham naquelas águas geladas, aguardando o calor do fogão para aquecer a nossa gula gastronômica.

Após um passeio pelos tanques, chamou-nos a atenção um armário com portas metálicas. Após alguns palpites, concordamos que poderia ser um defumador, devido á lenha que queimava em sua base.

Eis então que surge Marcelo, simpatia em pessoa, um misto de gerente, caseiro, tratador das trutas, garçom, enfim, o cara certo, no lugar certo, na hora certa, e nós também. Falou-nos de suas atividades, com um orgulho que dava gosto de pressentir, do tempo que já trabalhava ali, da história do local, do restaurante, das trutas, até dos cães que tomavam conta do local. Um item não programado ou imaginado, mas que fez parte do nosso maravilhosamente imprevisível pacote.

Marcelo nos explicou cada detalhe do armário de defumação das trutas. Por sorte nossa, ele tinha vindo ali, justamente,  para virar as “meninas” (chamo assim, pois apresentam delicada aparência feminina, mas não sei se são fêmeas ou machos) já bronzeadas em um dos flancos para igualarem o outro lado.

Perguntou-nos se podíamos dar uma ajuda. Se precisasse pagar eu pagaria para fazer tal serviço. Ajudamos, orgulhosamente, na execução da tarefa. Ficamos imaginando a oportunidade que ganhamos de sermos os únicos ali a termos o privilégio de participar de tal atividade. Obrigado, Marcelo!

Já estava na hora de conhecer o restaurante. Um lugar aconchegante aquecido por uma espécie de lareira portátil de barro, alimentado por carvão de eucalipto. Ao mesmo tempo em que aquecia, exalava um leve e perfumado aroma. Um ambiente com amplas janelas, com visão total da paisagem exterior, que não poderia deixar de ser saboreada juntamente com os acepipes (aperitivos).

 

Ao nos acomodarmos fomos recebidos pela simpática proprietária , Luciana Martins, que nos colocou á vontade e passou-nos informações sobre o funcionamento do restaurante.

Fizemos reservas, pois o restaurante possui um número pequeno de mesas, justamente para dar mais intimidade e personalização ao tratamento aos clientes.

A leve e cuidadosa decoração dava um toque todo especial.  O lugar é realmente abençoado. Uma pedra enorme foi mantida dentro do restaurante convidando a todos a apreciar e participar da beleza da natureza local.

Não pensem que a chegada ficou só nisso, não! Fomos prestigiados por um showzinho inesperado de um esquilinho que fica numa área externa que parece um palco, com participação especial da norinha Paula.

O bichinho tornou-se a celebridade do dia. Claro que atraído por uns amendoinzinhos colocados estrategicamente, mas cumprindo muito bem o roteiro e todos os itens do seu contrato, e melhor, sem cobrança de couvert artístico aos clientes.

Bem, já estava na hora de atender aos apelos advindos da água na boca, do perfume que vinha da cozinha integrada ao espaço das mesas, e do ronco do estômago. Não resisti à pinguinha mineira que me atentava, seduzindo-me pelas letras do cardápio. João embarcou numa bela cerveja Cidade Imperial de magnífica apresentação na cor e design do rótulo e , posteriormente, conferida pelo delicioso sabor e textura, tanto da clara, quanto a escura, que elegi para harmonizar com o meu pedido. Paula foi servida de um excelente suco de uva integral, importado do Rio Grande do Sul.

Passamos os olhos sobre o cardápio, parte do ritual gastronômico, no entanto,  saboreamos de entrada, sugerida pela proprietária, deliciosos bolinhos de aipim com truta defumada e molho tártaro de beterraba que, literalmente, se derretiam na boca. Lembrei-me das degustações de vinho e apliquei nessa apreciação as lições ali aprendidas, passando pelos mesmos trâmites de se sorver o vinífero líquido. Já fiquei imaginando a receita e como fazer em casa.

E, eis que surge, novamente, Marcelo, com várias trutas defumadas, recém retiradas do defumador. Uma imagem sedutora, daquelas dignas de constarem das tentações a santos em penitência e, agravadas com penas de pecados mortais, sacrilégios, evidente que, na religião da gastronomia, para quem não as experimentasse. Ficamos hipnotizados por tal quadro e já pedimos que preparasse uma para a nossa “transgressão”.

 

Cumprida mais essa etapa do périplo gastronômico, aproximava-se o momento de pedido principal. Depois de muito pensar e perguntar sobre a composição dos pratos, Paula e João optaram-se sobre uma Truta com Alho Poró, e eu pela Truta au Poivre Vert, como fã e adepto de pimenta sob qualquer circunstância.

E, para guarnição, um Arroz com Amêndoas. As fotos dispensam descrição, exalam até o perfume das delícias.

Um silêncio pairou sobre a mesa, e nada mais se disse até que todos os sabores fossem alquimizados. Apenas fizemos algumas trocas para que experimentássemos todos os pratos. Quantos sabores, perfumes, texturas dissolveram-se em nossas línguas, perceberam-se nos lábios, sensibilizaram-se nos narizes e papilas gustativas, e com a primordial colaboração cerebral, na tradução e memorização desses momentos! A diversidade de sabores prescindiu de bebida para acompanhamento.

Apenas tomamos, como sobremesa, mais uns goles a da deliciosa cerveja Cidade Imperial.

Já satisfeitos e refastelados, estando devidamente comentadas as nossas percepções gustativas, o mais próximo de sua realização, pedimos à proprietárioa para conhecer a cozinha e as demais instalações, no que fomos simpaticamente atendidos.

Aliando qualidade da comida, atendimento, local, e tantos bônus deliciosamente imprevisíveis, os preços apresentados foram extremamente satisfatórios, bem dimensionados, tanto para comidas quanto bebidas, fechando um ciclo de prazeres que, logo que possamos, voltaremos a repetir.

À saída, quando vieram agradecer da nossa presença – atitude rara em nossos restaurantes – fomos acompanhados por Marcelo, que num ato final de gentileza, ofereceu-nos uma muda de araucária.

Esperamos que, a par das nossas impressões e sensações, tenhamos conseguido retratar  nossa visão pessoal do que o restaurante Trutas do Rocio tem a oferecer, descartando por parte de nós qualquer intenção de publicidade ou outro interesse.

Parabéns e obrigado a toda equipe do Trutas do Rocio pelo excelente momento que nos foi ofertado.
Agradecimentos à especial companhia de meu filho João e da norinha Paula, sem os quais essa aventura ficaria incompleta.

TRUTAS DO ROCIO (www.trutas.com.br)
Estrada da Vargem Grande, No 6333
Rocio - Petropolis - RJ
Tel: (24) 2291-5623 / 5684 / (24) 9965-6113
trutas@trutasrocio.com.br

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